14h às 19h | Saguão do Prédio 09
17h às 19h | Saguão do Prédio 09
15h às 17h | Prédio 9 da PUCRS – Sala 214
Vamos aprender sobre a história do haicai e entender quais os elementos básicos para sua escrita. Também vamos explorar temas que compõem a arte japonesa e aprender a escrever um haicai.

João Pedro Marchi é escritor, poeta e roteirista. Mestre em Escrita Criativa pela PUCRS, sua dissertação é centrada em haicais e poesia japonesa. Publicou as obras “Notas para um gato de rua” (2024), “Às vezes, tudo o que eu quero é contemplar o vento (2025) e “Sálvias vermelhas & outros poemas” (2016).
19h15 às 20h45 | (Sala 305 – Prédio 8)
Uma mesa que celebra a primeira homenageada da história da Feira do Livro da Escrita Criativa, através de uma conversa descontraída com uma gente bonita que escreve e admira a obra da escritora Natalia Borges Polesso, sobre escrita criativa, carreira literária, procedimentos de escrita, impacto nos leitores e a função social de quem escreve.

Homenageada da 5ª Flec. Escritora, tradutora e professora da Escola de Humanidades da PUCRS. Publicou os livros "Amora" (2015), "Controle" (2019), "Corpos Secos" (2020), "A Extinção das Abelhas" (2021), "Foi um péssimo dia" (2023), "Condições ideais de navegação para iniciantes" (2024), entre outros. Ganhou e foi finalista de diversos prêmios literários, como Jabuti, São Paulo de Literatura, Açorianos, AGES e Minuano. Coordena o Grupo de Pesquisa Atlas do Antropoceno. Sua pesquisa é centrada nas imaginações do Antropoceno, observando a ecologia, as relações coloniais e seus atravessamentos de gênero, classe e raça na literatura brasileira contemporânea.

É jornalista, livreira, curadora e produtora cultural. Em 2014, fundou a Livraria Baleia, em Porto Alegre, com livros e atividades focados nas literaturas de autoria feminista e antirracista e nas temáticas de gênero, sexualidade e direitos humanos. É mestranda em Letras na UFRGS e colunista de livros na Matina Jornalismo.

Escritora e professora, graduada em Educação Física pela UFRGS e em Escrita Criativa pela PUCRS. Mestra em Biociências pelo IPA e mestranda em Literatura pela UFRGS. Estuda as relações entre corpo e linguagem na literatura contemporânea, em especial na escrita de mulheres. É autora de " esse não é um livro de poesia" (Metamorfose, 2022).

Escritor, cancionista e professor. Publicou em 2017 a coletânea de poemas e crônicas "Guaíba Labirinto", na qual persegue uma poética do habitante. Nos últimos anos, sonhou canções na banda Pequena Serenata e publicou a reunião de contos "Prometemos sentir saudades" (Palavreado, 2025).
15h às 17h | Prédio 9 – sala 214
Oficina sobre o Solarpunk e o Amazofuturismo, conceitos que trazem a natureza como centro da ciência e que contribui para a construção de sociedades mais utópicas, com foco para as artes visuais de ambos os gêneros da ficcção científica.

Raquel Soares é escritora e pesquisadora indígena não-aldeada, mestra e doutoranda em Escrita Criativa pela PUCRS. Sua pesquisa e escrita são focadas no infanto-juvenil e ficção científica. Publicou as obras “Praia das Conchas” (2020), “Os corredores que me levaram até você” (2022), “O que a cidade não conta” (2023) e “Sentimentos que guardo pra mim e grito em silêncio” (2026).
19h30 às 20h45 | (Sala 305 – Prédio 8)
A mesa Nem corpo, nem mente: palavra propõe uma discussão sobre a interseccionalidade das práticas de movimento corporal, processos de escrita e autoconhecimento. A exploração do potencial da arte como espaço de escuta interna, pode ser um caminho de cuidado e transformação. A arte, em suas diversas manifestações, não se limita ao corpo nem à mente: ela os permeia e traduz experiências que, muitas vezes, escapam à linguagem racional. Assim, constroi-se um território potente de escuta e expressão.

Doutora em Humanidades e Artes, com especialização em Literatura (UNR e CONICET) e especialista em Literatura e Cinema. Possui graduação em Inteligência Artificial e Ciências Sociais (CLACSO). É professora e pesquisadora do Instituto de Estudos Críticos em Humanidades da Faculdade IECH (UNR-CONICET) e consultora da Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030 das Nações Unidas.

Bacharel em Letras, mestre e doutor em Literatura Brasileira (UFRGS). É professor da Faculdade de Letras e de Escrita Criativa na PUCRS, atuando no programa de pós-graduação. Coordena o grupo de pesquisa Intersemioses Criativas. Tem textos publicados em Portugal, Itália, França, Argentina, Uruguai, Espanha, Hungria, Luxemburgo e Estados Unidos. Ganhou, além de cinco Prêmios Açorianos, o São Paulo de Literatura (com o romance "A parede no escuro", em 2009) e o Moacyr Scliar (com os contos de "Enquanto Água", em 2012). " Os donos do inverno" (romance, 2019), "A paisagem presa na coleira" (poesia, 2023) e "Tango para homens velhos" (teatro, 2025) são suas mais recentes obras.

Graduado em Arquitetura e Urbanismo (1994) e Letras (2004), pela Universidade Federal de Pelotas. Mestre em Letras/ Linguística (2008) e doutor em Letras/ Linguística (2012) pela PUCRS. Atualmente, é coordenador do curso de letras português e respectivas literaturas, além de professor adjunto na Escola de Humanidades da PUCRS. É Líder do grupo de pesquisa Discursos em Diálogo. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em teorias do discurso, atuando principalmente nos seguintes temas: Análise dialógica do discurso pelo Círculo de Bakhtin, texto, discurso, enunciação.
Oficina sobre como usar a linguagem dos quadrinhos para transformar ideias em histórias, explorando a relação entre texto, imagem, ritmo e narrativa visual. O exercício será a criação de um layout de uma história curta.

Gustavo Borges é quadrinista, escritor e ilustrador. É autor de obras como “Pétalas”, “Edgar”, “A entediante vida de Morte Crens” e co-autor da coleção “Como Fazer Amigos e Enfrentar Fantasmas”. Também assina as Graphics “MSP Cebolinha: Recuperação” e “Cebolinha: Erros”. Indicado ao Prêmio Eisner, vencedor de cinco troféus HQ Mix e um troféu Ângelo Agostini. Tem obras publicadas em países como Estados Unidos, Espanha, França, Portugal e Polônia.
19h30 às 21h | Ateliê PUCRS Cultura (Térreo – Prédio 30)
O Sarau da FLEC marca o encerramento do evento, um espaço aberto de partilha literária, onde todos estão convidados a participar. Basta trazer um trecho de obra que queira compartilhar. A proposta é livre e depende apenas da criatividade de cada um. As leituras devem ser breves, para que todos tenham a oportunidade de se apresentar. Somente serão permitidos instrumentos acústicos. Não é necessária inscrição prévia: a lista de participantes será organizada no momento do evento.
Nesta edição, o nome do evento será SARAU DAS AMORAS, alusivo ao livro de contos lançado pela homenageada Natalia Borges Polesso em 2015.
O Sarau da FLEC será apresentado e organizado pelos integrantes do grupo de pesquisa Intersemioses Criativas. Fica o convite para encerrarmos o evento juntos, celebrando a arte, a palavra e a criação coletiva!